sábado, 28 de julho de 2012

A Unidade que Agrada a Deus


Deus quer que seus seguidores sejam unidos. Quando Jesus se preparou para sua própria morte, uma das primeiras coisas em sua mente foi a unidade dos seus discípulos: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste." (João 17:20-21). Aqueles que querem glorificar a Deus incentivarão esta unidade entre os crentes: "Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros." (Romanos 14:19). Como servos de Deus em comunhão com o Espírito Santo, devemos trabalhar humildemente para manter a unidade: "...completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros." (Filipenses 2:2-4). Paulo deu a fórmula prática para esta paz quando escreveu à igreja dividida em Corinto: "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma cousa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer." (1 Coríntios 1:10).

Crer que a unidade é importante é uma coisa. Praticá-la é outra. Neste artigo, examinaremos alguns esforços para manter a unidade de maneiras que Deus não aceita e após, consideraremos a base da unidade que agrada a Deus.

Esforços Humanos para Manter a Unidade

Algumas vezes, pessoas bem intencionadas estão tão preocupadas em manter a unidade que usarão qualquer método S incluindo os meios que Deus nunca aprovou S para preservar uma união superficial. Considere alguns exemplos de esforços humanos que Deus não aprova.

Œ Unidade por legislação humana. Muitas igrejas impõem regras para manter a unidade na congregação. Convenções, congressos e conferências são usados freqüentemente como meios de estabelecer e manter normas de doutrina e prática, tentando assim criar e manter a unidade entre as congregações. A Bíblia nunca autoriza tais métodos humanos.

 Unidade por estrutura de organização humana. Muitos grupos religiosos procuram manter a unidade criando hierarquias de autoridade denominacional. Grupos de congregações que têm "sedes" ou outros laços estão seguindo o esquema humano. No Novo Testamento nunca há nem sinal de uma igreja supervisionando outra. Cada congregação era totalmente independente e responsável diante de seu cabeça, que é Cristo. Deus nunca ordenou papas, bispos, presidentes ou quem quer que seja para supervisionar múltiplas congregações. Os únicos supervisores humanos aprovados por Deus são os presbíteros (também chamados pastores e bispos) que cuidam da igreja local onde eles se encontram (Atos 14:23; Filipenses 1:1; 1 Pedro 5:1-2).

Ž Unidade por meio de placas de igrejas. Ainda que a Bíblia não use um único nome especial para descrever igrejas, muitas pessoas tentam manter ligações entre congregações por meio de placas. Estas pessoas pensam que todas as igrejas que seguem Jesus deverão usar o mesmo "nome" para que possam ser imediatamente identificadas como fiéis. Como resultado desta mentalidade, algumas igrejas adotaram nomes que ressaltam algum ponto doutrinário especial (Batista, Pentecostal, Presbiteriana, etc.). Outros usam nomes que honram pessoas respeitadas como fundadores das respectivas denominações (Luterana, Wesleyana, etc.). Algumas vezes, o nome por si pode ser bom. Pode ser uma descrição simples do fato de que o grupo designado busca seguir o Senhor (igreja de Deus, igreja de Cristo, etc.). Não há problema bíblico com o uso destas descrições, mas precisamos lembrar que elas não são marcas registradas que identifiquem os verdadeiros servos de Deus.

 Unidade pelo método de Diótrefes. Um dos mais velhos métodos humanos de manter "unidade" foi praticado por um homem chamado Diótrefes. Este homem queria um lugar de primazia entre seus irmãos, e decidiu-se a expelir da igreja quem quer que não o seguisse. Ele se via como "dono da igreja"  e usou várias acusações falsas e palavras maliciosas para afastar e manter fora aqueles que estavam pregando a verdade. Ele não permitia nem mesmo que a igreja recebesse coisas escritas por servos fiéis de Deus! Seus esforços para proteger seu próprio partido eram prejudiciais à causa de Cristo. João não se intimidou com tal carnalidade. Ele escreveu sobre este arrogante servo de Satanás: "Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus" (3 João 10-11).

A Base da Unidade que Agrada a Deus

Conquanto os métodos humanos para manter a unidade possam parecer práticos e eficientes, os verdadeiros seguidores de Jesus procurarão manter a unidade do modo que ele nos ensina nas Escrituras. Consideremos alguns textos importantes que nos auxiliarão a entender o que Jesus quer que façamos.

João 17:17-23. A oração de Jesus mostra a base da unidade que agrada a Deus. União com Deus requer santificação do pecado do mundo (João 17:17-19). É irônico, mas importante, entender que a unidade requer divisão! Se quisermos estar unidos com Deus e seus servos, precisamos não manter comunhão com Satanás e seus servos. Santificação e harmonia vêm pela palavra de Deus (João 17:17, 20-21). Nossa unidade tem que ser modelada pelo exemplo divino. O Pai e o Filho são pessoas distintas, mas concordam em tudo o que dizem e fazem. Os cristãos, portanto, buscam desenvolver a mente de Cristo através do estudo de sua palavra para que possam aprender a pensar como Deus pensa (1 Coríntios 2:9-16). A relação amorosa entre cristãos serve como evidência para o mundo que nosso Senhor veio do Pai (João 17:21-23).

1 Coríntios 1:10. O apelo de Paulo mostra que a palavra revelada é a base de nossa unidade. Nossa união é baseada em Jesus Cristo. Quando seguimos cuidadosamente sua autoridade em tudo o que fazemos, evitamos as divisões que vêm das opiniões, doutrinas e esquemas humanos (Colossenses 3:17). Os cristãos devem falar a mesma coisa. Isto não justifica meios artificiais para impor uniformidade no ensino das igrejas, mas, antes, nos desafia a buscar entender e ensinar exclusivamente a doutrina de Cristo (1 Coríntios, 4:6;  2 João 9). Os discípulos devem ter a "mesma disposição mental". A humildade desprendida de Jesus é para nós o exemplo perfeito (Filipenses 2:1-8;  Romanos 12:9-10,15-18). Os seguidores de Cristo precisam desenvolver o "mesmo parecer". Enquanto opiniões humanas criam contendas e divisões, a vontade perfeita de Cristo incentiva completa harmonia entre os irmãos. Em busca deste "mesmo parecer", precisamos ser bastante humildes para abandonar as opiniões e tradições humanas, para assim ensinar e praticar somente o qu é autorizado no Novo Testamento.

Tiago 3:17-18. O comentário de Tiago nos recorda as prioridades corretas que devemos buscar. A sabedoria divina "...é, primeiramente, pura; depois, pacífica...". Cometemos um erro terrível quando invertemos esta ordem. Algumas pessoas estão tão decididas a manter a paz que se esquecem da necessidade de defender a doutrina pura. Freqüentemente até ridicularizam aqueles que insistem no estudo cuidadoso e aplicação do ensino do Novo Testamento, declarando que estão mais preocupados com o amor e a unidade. Mas o amor real obedece aos mandamentos de Jesus (João 14:15) e a unidade real é baseada na concordância com suas palavras (1 Coríntios 1:10). Quando somos fiéis a Cristo, estamos seguros na comunhão com ele e com seus verdadeiros seguidores (1 João 1:5:7). Devemos incentivar a paz, porém não ao preço da verdade. Se formos forçados a escolher entre a pureza da doutrina de Cristo e a paz com nossos irmãos, precisamos pôr Deus em primeiro lugar. É muito melhor estar próximo de Deus e longe dos homens do que estar perto dos homens e longe de Deus. A unidade que Deus quer está entre Deus e seus servos obedientes (João 14:23) e, em conseqüência, entre os irmãos que serve o mesmo Deus (1 Coríntios 1:10).

O Desafio na Aplicação 

A unidade artificial é fácil. Os homens são muito capazes de esconder diferenças reais e criar alianças ímpias, como o faziam os fariseus e os herodianos quando se uniam contra seu adversário comum, Jesus. Mas a unidade real requer trabalho duro. Exige estudo diligente, humildade genuína, amor pelos irmãos e, acima de tudo, um amor intransigente por Deus e sua palavra. Que Deus nos ajude a desenvolver a mente de Cristo para servi-lo juntos.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Como Tratar os Irmãos que Pecam?


A Bíblia muitas vezes ressalta o interesse que os cristãos devem ter pelo bem-estar espiritual dos irmãos. "Meus irmãos, se algum entre vós se  desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados." (Tiago 5:19-20). Talvez a reação mais natural diante de um irmão que peca seja abandoná-lo, achando que cada pessoa deve tomar conta de si mesma. Mas as Escrituras ensinam que os cristãos são uma família, um corpo, e cada membro deve preocupar-se intensamente com o crescimento espiritual dos outros membros.

A Palavra ensina que deve haver distinção entre os irmãos que pecam. Nem todos os pecados refletem o mesmo tipo de coração e, portanto, assim como cada doença física requer um tratamento diferente, o mesmo acontece com as enfermidades espirituais. "E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne." (Judas 22-23). "Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos." (1 Tessalonicenses 5:14). Estes textos agrupam em várias categorias os que estão em pecado, mostrando o tipo de ajuda necessária para cada caso.

Os que Tropeçam


"Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado." (Gálatas 6:1). Em alguns casos, o pecado pega o homem num momento de fraqueza e o enlaça. Nessa situação, outros irmãos devem conversar com aquele que tropeçou e ajudá-lo a se erguer novamente. Isso deve ser feito com um espírito de mansidão e delicadeza. Não ajuda muito repreender com severidade. É preciso que pensemos como gostaríamos de ser tratados numa situação dessa, porque todos tropeçamos e caímos no pecado uma vez ou outra, e faz-se necessário que os nossos irmãos com mansidão nos ajudem a voltarmos à fidelidade no serviço do Senhor. Paulo incentivou Timóteo a fazer apelos as pessoas e não repreendê-las de uma maneira áspera (1 Timóteo 5:1-2). Áqüila e Priscila mostraram sabedoria ao conversarem com Apolo em particular para ajudá-lo a aprender o caminho de Deus com mais precisão (Atos 18:24-26). O objetivo é recuperar o pecador e não apenas "cumprir o nosso dever" de admoestá-lo.

Os que Pecam

"A cautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se  ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia,  pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe." (Lucas 17:3-4). Há casos em que o pecado é tão evidente que tem que ser enfrentado diretamente. Nesses casos, naturalmente, devemos estar preparados e ansiosos para aceitarmos o arrependimento do pecador e perdoar-lhe. Antes, porém, será necessário admoestar "os insubmissos", advertindo-os sem rodeios e estimulando-os a mudar (1 Tessalonicenses 5:14). Quando o pecado visível de Pedro feriu os irmãos gentios e levou outros cristãos judeus ao mesmo erro, Paulo o repreendeu face a face em público (Gálatas 2:11-14). Não se tratava de um irmão fraco em tropeço, mas um pecado de conseqüências públicas, por parte de Pedro, que precisava ser tratado. Qualquer um de nós pode precisar de uma repreensão direta às vezes. O livro de Provérbios nos incentiva a aceitar as admoestações e usá-las como uma oportunidade para fazer as devidas correções, apesar da repreensão ser dolorosa. No caso de Pedro, ele falou mais tarde a respeito do nosso "amado irmão Paulo" (2 Pedro 3:15), mostrando que ele não tinha nenhum rancor pelo fato de Paulo o haver repreendido abertamente.

Os que se Recusam a se Arrepender

"Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes"; "Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão." (2 Tessalonicenses 3:6,14-15). Às vezes, um irmão que está em pecado não presta atenção ao estímulo e à admoestação de outros cristãos. Tanto pessoalmente quanto por carta, Paulo havia ensinado e admoestado aos tessalonicenses acerca da necessidade de trabalhar. Em 1 Tessalonicenses 5:14 ele tinha pedido que outros irmãos admoestassem os indisciplinados. Em 2 Tessalonicenses 3, mais uma vez ele adverte severamente os que se recusavam a trabalhar. Depois ele afirma claramente que, quando alguém se recusa a obedecer à Palavra de Deus após reiteradas admoestações, essa pessoa deve ser publicamente notada como infiel e os irmãos devem se afastar do contato social com ela. 1 Coríntios 5 trata de um caso semelhante. O pecado era diferente (um caso grave de imoralidade sexual), mas Paulo ordenou aqui também que o irmão que se achava no erro fosse publicamente reconhecido como infiel e que os outros não se associassem com ele, nem mesmo para comer com ele. Em Mateus 18:15-17, quem se recusa a se arrepender de um pcado cometido contra outra pessoa deve ser tratado da mesma forma.

Ao colocarmos em prática essa diretriz precisamos tomar certos cuidados. Em primeiro lugar, não se deve tomar essa atitude a primeira vez que alguém peca. Os casos descritos nos textos anteriores estavam em estágio avançado; já se haviam dado exortações. Em segundo lugar, a igreja deve estar ansiosa por receber o irmão que errou quando ele se arrepende. Ele não deve ser considerado um inimigo, mesmo após ser disciplinado pela congregação (2 Tessalonicenses 3:15). E, se ele retornar à fidelidade ao Senhor, deve ser recebido com muito amor e ternura (2 Coríntios 2:5-11).

Há três razões para essa atitude. Primeira: o amor pelo irmão que pecou. A esperança é que a pessoa, percebendo a gravidade de seu pecado, retorne ao Senhor e seja salva (1 Coríntios 5:5; 2 Tessalonicenses 3:14-15). Assim como o homem imoral de 1 Coríntios 5, muitos se arrependem hoje depois que a igreja a que pertencem os nota publicamente como infiéis (2 Coríntios 2:5-11). Segunda: o amor pela igreja. Paulo falou da influência contagiosa do pecado que é tolerado na igreja (1 Coríntios 5:6-8). Se as pessoas que não estão servindo ao Senhor fielmente permanecem na comunhão com a igreja, sua infidelidade será contagiosa e se espalhará aos outros membros da congregação. Por fim, o amor pelo Senhor. Essa ação deve ser tomada "em nome do Senhor Jesus Cristo" (2 Tessalonicenses 3:6; 1 Coríntios 5:4). Paulo disse que essa ordem põe a igreja à prova para descobrir se ela é fiel ao Senhor em todas as coisas (2 Coríntios 2:9). Muitas igrejas são reprovadas nesse teste. Talvez por causa de um desejo de não se tornarem impopulares ou por uma falta de coragem de enfrentar os membros que vivem persistentemente no pecado, muitas igrejas toleram os membros infiéis e não obedecem a esses princípios bíblicos. O nosso amor por Deus deve ser maior que o nosso desejo de recebermos a aprovação do homem.

Os que Ensinam Falsas Doutrinas

"Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos." (Romanos 16:17-18). Os falsos mestres são perigosos e subversivos. Por essa razão, devem ser tratados com muito mais firmeza e urgência do que os irmãos que são infiéis ao Senhor de outras formas. Tito foi informado de que os falsos mestres precisam ser silenciados e reprovados severamente (Tito 1:10-16). Ele foi incentivado a rejeitá-los após somente duas advertências, por causa do perigo que eles representam para os outros cristãos (Tito 3:9-11). Essas talvez sejam declarações fortes nesta época de tolerância. Muitos passaram a crer que não há verdade absoluta e que todos devem crer no que quer que lhes faça sentir bem. A Bíblia ensina que há somente uma verdade, e que devemos encontrá-la, crer nela e segui-la para sermos salvos. Quem ensina doutrinas diferentes do que se acha nas Escrituras põe em risco a alma preciosíssima do seu semelhante.

Conclusão

É errado não fazer caso dos pecados cometidos por outros irmãos ou mesmo aceitá-los. Embora devamos ser humildes e agir em amor, devemos ajudar a recuperar aquele que tropeça, repreender o que peca abertamente, após reiteradas admoestações, afastarmo-nos daquele que se recusa a se arrepender e, após apenas uma ou duas admoestações, rejeitar os que ensinam doutrinas falsas. Devemos ter coragem e fé no Senhor para obedecermos suas instruções.

Deus nos conceda Graça e Proteção Sempre!!!
Elizeu França

domingo, 17 de junho de 2012

:: A Sociedade 666 e o Governo Mundial ::
 
A SOCIEDADE 666 DO SISTEMA DE GOVERNO
MUNDIAL ANTICRISTÃO ESTÁ PRONTAI!


Depois de anos de planejamento, pesquisa e desenvolvimento, as instituições financeiras do mundo estão anunciando e antecipando SOCIEDADE GLOBAL SEM DINHEIRO.

A habilidade para administrar todas as maneiras de troca monetária está sendo substituída agora por uma tecnologia de microchip ou dinheiro eletrônico. A MONDEX é a companhia que provê este sistema sem dinheiro e já tem privilegiado mais de 20 principais nações do mundo. Este sistema foi criado em 1993 por banqueiros de Londres, Tim Jones e Graham Higgins de NATWEST/COUTTS, o banco pessoal da Família Real da Inglaterra. O sistema está baseado em tecnologia do CARTÃO INTELIGENTE que emprega microchips escondidos em um cartão de plástico, que armazena dinheiro vivo eletrônico, identificação do seu portador e outras informações. Todos os sistemas de transação estão sendo feitos com segurança adotando protocolos FIXOS (Transação Eletrônica Segura) e exibirá o SET MARK [MARCA SET] MON-DEX -  uma combinação das palavras MONETÁRIO e DEXTER. A Edição da Enciclopédia de Dicionário de Webster define esta fórmula como:


1) MONDEX

MON = monetário - pertencendo a dinheiro.

DEX = DEXTER - pertencendo ou localizado à mão direita.


2) SET-MARK

SET = É o deus egípcio do mal ou Satanás.

MARK = É a MARCA pode vir a ser a da Besta 666 que vem junto com o microchip que pode vir em forma de cartões de crédito onde se pode usar um dispositivo no interior do microchip (com os dados de Transferência Eletrônica Pessoal). Esta carteira é classificada segundo o tamanho de cálculos que permite administrar a moeda corrente pessoal com a troca, com outros proprietários do cartão. Os cartões também trabalham com a VISTA de NORTEL/BELL 360 telefones, telefones públicos do MILÊNIO, Bancos 24 horas, seu PC, a INTERNET, negócios on-line e instituições. Já estão todos preparados para o governo do anticristo.

Este sistema sem dinheiro foi testado extensivamente na cidade de Guelph, em Ontário, no Canadá, no REINO UNIDO e E.U.A. Todos os bancos canadenses se inscreveram no MONDEX e estarão promovendo isto agora no Brasil. Os Planos eram para que este sistema de controle global pudesse ser difundido antes de 1998. O CIBC (Banco Internacional Canadense do Comércio) montou uma filial sem dinheiro que é modelo até mesmo dentro da empresa  NORTEL em Brampton, Ontário. Mais de 250 corporações em 20 países estão envolvidos trazendo MONDEX para o mundo e muitas nações já foram privilegiadas para usar o sistema, entre elas:

REINO UNIDO, Canadá, E.U.A., Austrália, Nova Zelândia, Israel, Hong Kong, China, Indonésia, Macau, Malásia, Filipinas, Cingapura, Tailândia, Índia, Taiwan, Sri Lanka, Costa Rica, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e, agora, Brasil... Se espera que a União Européia adote o sistema MONDEX como moeda corrente como saída unificada entre eles.

Estão sendo usados outros sistemas de SMARTCARD em favor do MONDEX, especialmente desde que o MASTER CARD comprou uma participação de 51% apostando na companhia. NATWEST ainda continuará dirigindo o sistema visando a sua implementação. "Esta é a fase final, que se está tornando uma realidade global",disse Robin O'Kelly, "nada pode parar o sistema MONDEX agora e será um controle de caráter global". Eventualmente a idéia de levar um cartão ficará logo obsoleto, porque as pessoas descobrirão que terão uma limitação de segurança, sendo suscetível ao dano, perda e roubo do cartão. A solução final será ter um biochip simplesmente colocado dentro do corpo humano como eles fazem agora com o implante de biochip de rastreamento de animais (GPS SISTEM).

NFOPET é umas das várias companhias que provêem uma seringa que realiza o implante indolor do bio-chip injetando na pele do animal. O biochip pode ser lido por um escâner e o código identifica o seu dono expondo o código em um computador. O sistema pode localizar mais de 1 bilhão de animais por satélites ou por torres da telefonia celular.

A MOTOROLA é que está produzindo o microchips para o MONDEX SMARTCARD, que desenvolveu vários implantes em humanos usando o bio-chips. O chip BT952000 foi criado por Dr. Carl Sanders que foi orientado em 17 reuniões da NOVA ORDEM MUNDIAL (NWO) para que se pudesse desenver um dispositivo para uso global para identificação de humanos para o propósito do comércio econômico global. O bio-chip mede 7mm de comprimento e 0.75mm em largura, mais ou menos o tamanho de um grão de arroz. Contém um transponder e uma bateria de lítio recarregável. A bateria é carregada por um circuito de termopar que produz voltagem de flutuações com a temperatura do corpo. Eles gastaram mais de 1,5 milhão de dólares nos estudos para saber o melhor local para colocar este biochip no corpo humano. Eles só acharam dois lugares satisfatórios e eficientes - a TESTA, debaixo do couro cabeludo, e a parte de trás da mão, especificamente a MÃO DIREITA!






"E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres,

livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita,

ou na fronte." (Apocalipse.13:16) (ler Apocalipse 13:14 a 16).

Dr. Sanders era contra o uso da bateria de lítio porque sabia-se que se o invólucro do microchip quebrasse, causaria uma FERVURA DOLOROSA que causaria muita agonia ao hospedeiro.

"Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem."(Apocalipse.16:2).

Depois que Dr. Sanders deixou o projeto, ele foi apresentado aos escritos proféticos da Bíblia relativo à "marca da besta " Ele se converteu então à fé Cristã e agora administra seminários neste tópico. Ele desenvolveu uma patente médica, vigilância, e equipamento de segurança para o FBI, CIA, IRS, IBM, GE, Honeywell, e Teledyne. Ele também recebeu o prêmio do Presidente dos EUA e de um Governador por desígnio de excelência.

O nome industrial para o cartão inteligente produzido pela GEMPLUS é o U.S. DOD (Department of Defense, Departamento de defesa Americano) é MARC (Multi-technology Automated Reader Card, cartão multi-tecnológico de leitura automática).

O nome do código para o seu desenvolvimento era "TESSERA". A tessera era a insígnia romana de propriedade, colocada nos escravos para que, se estes se movessem, resultasse em ser um escravo marcado com ferro quente. Em novembro de 1996 foi feito um acordo pelo qual a GEMPLUS iria suprir os cartões inteligentes para a implantação global do MONDEX, com tecnologias da AT&T, Lucent Tecnologies e sua divisão de telecomunicação empresarial, a AVAYA Communication. [LUCENT, no dicionário, significa BRILHANTE - ALVA - LUZENTE - ou estrela da manhã, indicando Lúcifer).

Esta empresa chamada de LUCENT TECNOLOGIES já está no Brasil, segundo grande Informe Publicitário Especial que saiu na revista EXAME Número 12 de 16 de junho de 99 nas páginas 122 a 136 - A Lucent é uma fábrica de 25.000 metros quadrados (em área total de 212.000 metros quadrados) com investimentos da ordem superior de 500 milhões de dólares - cuja tecnologia permitirá aos provedores de serviços para Internet e de telecomunicações dimensionar e montar complexos sistemas móveis, softwares, sistemas de rastreamento, energia e cabeamento de fibras óticas, serviços para administradoras de cartões de crédito - entre elas: Provedor de Serviços Globais, Soluções de Comunicação Empresarial, Sistemas de Rede de Dados, Microeletrônica, etc. Com implantação até o início do ano 2000.





 Esta empresa comprou a franquia da MONDEX nos E.U.A. O logotipo deles é o símbolo da Serpente Solar ou DRAGÃO VERMELHO. LUCENT é composta de duas palavras (LUC + ENT) que significa "LUCIFER+EMPREENDIMENTOS" ( em inglês = LUCIFER + ENTERPRISES). Eles parecem ser bastante petulantes nomeando os produtos deles como STYNX (um rio no Inferno), JANUS (2 rostos de um deus) e INFERNO. Esta companhia escolheu instalar alguns dos seus novos escritórios em Nova York, na Quinta Avenida em Manhattan nº 666, deliberadamente. Um das realizações mais orgulhosas deles é TTS (Text To Speech) em que o hardware fala com a qualidade da voz humana com imagem humana animada.  Isto só tende a lembrar o que as escrituras dizem:


"Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que

a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta." (Apocalipse 13:15).

Considerando que não é prático colocar um microchip em todo produto, que é sempre comprado e vendido com um Código de Barras, que faz este trabalho muito bem. O que a maioria das pessoas não percebe é que esta também é a "marca da besta" colocada sobre os produtos que nós compramos, usamos e dispomos todos os dias! Todo Código de Barras contém os números 666. Você achará um das duas versões da marca. O mais comum tem 10 números divididos em duas partes. E outros terão 6 números. Em ambas versões há 3 barras grossas identificadas. Essas barras são 6, 6, e 6. Estes são chamados de barras de guarda , eles mandam um sinal para o escâner no começo, dividindo a barra e parando a leitura.

O número 666 - o código de barras

João especifica categoricamente em Apocalipse 13:18 que o número 666 é a marca da besta. O que tem de tão especial neste número? É o que explicaremos a seguir.

Vejamos a figura abaixo. Ela representa o funcionamento do código de barras que usamos atualmente para identificação de produtos:


As barras em vermelho representam três delimitadores para o código de barras, sendo (da esquerda para a direita) um no começo, outro no meio e outro no final do código. Quando o scanner de infravermelho passa sobre este código, é através destes três delimitadores que o scanner detecta o começo, meio e fim do número de identificação que o código representa.

Olhando agora para as outras barras em preto, verificamos que elas representam os números correspondentes ao código de identificação de cada produto. Cada número é representado por barras mais grossas ou mais finas. As barras que representam o número 6 são as de mesmo tipo (finas) que representam os três delimitadores em vermeho. Por isto, como são três delimitadores, vemos que eles formam 6-6-6 no código de barras.Se as barras conseguem identificar a unicidade de um produto, não há nada que impeça as mesmas de identificar a unicidade de cada ser humano que habitará a terra no período de Tribulação.

Portanto, a tecnologia da marca da besta já existe. Empresas como a Mondex também já testam a implantação de chips na mão de pessoas para substituição do atual cartão de crédito. Surpreendente, não? Será somente coincidência? Com certeza, não.

"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento,

calcule o número da besta; porque é o número de um homem,

e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." (Apocalipse. 13:18)

PROJETO LUCID - O projeto usará até satélites espiões, como os usados na guerra do golfo e também outros aparatos eletrônicos, que serão usados para o policiamento de um estado global totalitário, que foi idealizado para monitorar todos os homens, mulheres, e crianças, que usarão o biochip implantados e programados por um software BIOMÉTRICO GLOBAL, contendo o MARC ou MONDEX. O projeto deste sistema foi projetado por Jean–Paul Creusat, M.D.,que é representante das Nações Unidas. Um artigo apareceu em "NARC OFICIAL", revista que descreveu o sistema parecendo ser relacionado com um PROGRAMA DE SEGURANÇA GLOBAL. O autor Texe Marrs escreveu um livro inteiro do PROJETO LUCID.



Nele, ele conta a recusa para descobrir a sigla do projeto que o leva a acreditar que LUC-ID pode representar a IDENTIFICAÇÃO DE LÚCIFER. Muitos proponentes da NOVA ORDEM GLOBAL(nwo) são oculistas, (Illuminati) ou anticristãos e eles parecem levar a delícia com as suas expressões ocultistas. Com LUCID, a autoridade de execução de lei global poderá localizar qualquer um dos seus movimentos, transações financeiras globais. Já existe um supercomputador em Bruxelas cujo nome é a BESTA, que  será o controlador do sistema de registros de todo ser humano vivo do planeta, não importando sua nação de origem..

JORNAL "ATUALIZANDO MEDJUGORJE" - (Ano XI – nº 128 – novembro 1998).


"Em setembro de 1998, chegam-nos informações enviadas por George Zsamboky, que nos falam do livro "The World's Last Dictator" ("O Último Ditador do Mundo) de Dwight L.Kirman, publicado em 1993, que diz, entre outras coisas: "O supercomputador gigante do mundo situa-se em Bruxelas, a Capital da Comunidade Européia das Nações". O supercomputador recebeu o nome de "besta". Isto é um fato. Aparentemente, a denominação "Besta" (em inglês, "Beast") foi formada pelas inicias de "Brusseis Eletronic Accounting Surveillance Terminal". A reunião de tais iniciais resulta em BEAST. Claro está que não se trata de simples coincidência – não foi a sigla que resultou dos nomes, foram os nomes que resultaram da sigla! Enfim, o computador gigante, iniciado há bastantes anos, está agora pronto.


O Dr. Relfe, um autor cristão, informa ainda que qualquer que seja O NÚMERO de cada um de nós, ele terá de dar entrada no computador com a utilização de um prefixo de três dígitos? Sabem quais são esses três dígitos? Pasmem todos! Os três dígitos são 666! Poderá haver ainda alguma dúvida? Ninguém pode ter qualquer dúvida sobre a seriedade do assunto – trata-se de salvação ou perdição, felicidade eterna ou desgraça eterna, Vida ou Morte!


Um americano, Peter Goodgame, escreveu um interessante artigo em que relata: "Um ministro (protestante) em viagem por Porto Rico testemunhou algo inusitado! Ele se encontrava em um supermercado, na cidade de Fajardo, em uma fila, a caminho do caixa, onde pagaria por suas compras. À sua frente estava uma mulher que, ao chegar a sua vez, diante do caixa, estendeu sua mão e bateu com ela em um "scanner" (dispositivo de leitura ótica). Imediatamente a totalização de sua compra foi registrada e a mulher recebeu um comprovante de pagamento.
O ministro ficou impressionado, aproximou-se da mulher, e perguntou-lhe o que tinha acontecido. Ela sorriu e, tranqüilamente, explicou que possuía um implante na mão, que funcionava como um cartão de débito. A mulher informou, ainda, que naquela cidade, Fajardo, existia uma companhia americana que estava aplicando um teste para verificar se o corpo humano rejeitaria ou não o "chip" introduzido nele. Até onde aquela mulher tinha conhecimento, seis pessoas, em Fajardo, já haviam colocado o implante...".

Simon Davies, de PRIVACIDADE INTERNACIONAL, anonimamente investigou o MONDEX INTERNACIONAL e achou que eles estavam monitorando todas as transações financeiras internacionais e fazendo tentativas que quebrarão as leis do comércio e as bolsas de valores de diversos países.

Muitos, se não a maioria dos 17 financiadores do MONDEX, estão baseados no distrito bancário de Londres pertencente ao CLUBE DOS ISLES, da CASA DE WINDSOR (Coroa britânica), cartel bancário que tem um plano para asfixiar as principais  economias GLOBAIS(vide a crise econômica mundial iniciada em setembro de 2008). Com reuniões reservadas e alianças estratégicas entre as poderosas sociedades secretas que influenciam as políticas mundiais, finanças, recursos, e até mesmo as políticas e estrutura das NAÇÕES UNIDAS.

A meta deles é uma NOVA ORDEM MUNDIAL baseado em um governo global, uma religião global, e uma economia eletrônica global, onde haverá um HOMEM FORTE, que é a BESTA falada por João no Apocalipse, e o número do seu nome tem 666. Ele é o SENHOR DOS ISLES e de todos que dão mais importância ao mundo sensorial do que as coisas do espírito, uma figura mundial para muitos adoradores, ele também é um homem que intriga e com o seu poder e influência mágica submeterá as nações de maneira brutal. Mas porque o mundo inteiro está dormindo, desiludido e inconsciente que o deus deste mundo continua trabalhando a todo o vapor? Há ainda centenas de companhias e as pessoas envolvidas com a implementação da ECONOMIA GLOBAL SEM DINHEIRO mas o que se apresentou aqui são alguns dos jogadores principais. Isto deveria lhe dar uma introdução breve de como é que a marca da besta está sendo implementada.

Eu também incluirei aqui algumas explicações do simbolismo MONDEX. O logotipo da MONDEX contém 3 anéis inter-unidos. O seu significado geral especialmente considera três deuses ou uma trindade dos Pagãos do Templo do Egito antigo e de rituais ocultistas, o Mágico da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado.

Este símbolo também é usado pela Grande Loja Principal da Inglaterra (maçônica) e era também usada pela Ordem de Companheiros Estranhos, fundada por NERO em 55 d.C. "Originalmente era um símbolo de prisão, escravidão e derrota. - A corrente dourada (em latim áurea de catena) foi pensada na antigüidade como unindo céu e terra (como a torre de Babel na Babilônia)" Isto é o que diz Homero (poeta épico da Grécia Antiga, autor de Ilíada e de Odisséia) em que a corrente dourada é um deus que ordena a suspensão da terra para o céu. No simbolismo da Maçonaria, a "corrente fraternal" é o laço entre irmãos pedreiros entendendo as bordas internacionais que envolvem o globo. Para o novo iniciante, quando ele "ver a luz", "ver os irmãos" que "se levantam pela corrente universal ".Nesta conexão, a corrente simbólica aparece freqüentemente nos nomes das lojas, os anéis unidos da corrente significam uma unidade poderosa e duradoura. (Dicionário de Simbolismo, Hans de Biedermann. pg. 63-64)  - "Na Maçonaria como em todas as Religiões, todos os Mistérios escondem seus segredos de tudo menos aos Peritos e Sábios, ou o Eleito, e usam falsas explicações e má interpretação de seus símbolos para enganar a esses que só merecem ser enganados." (pgs. 104,105)






Outro símbolo utilizado por MONDEX é a Borboleta e a Pomba (este último o pássaro do cartão VISA). Estes símbolos tem numerosos significados místicos, mas o mais proeminente é o de capturar a alma humana para o bem ou para o mal. A palavra grega para borboleta para alma é "psique ". Pode você receber a "marca da besta" com uma transação com o Diabo, e causar a perda de sua alma, no lago de fogo? A Bíblia diz no livro de apocalipse que SIM, veja o verso abaixo:

"Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome." (Apocalipse. 14:9-11).



SE VOCÊ NÃO QUER PARTICIPAR DE UMA SOCIEDADE DE DINHEIRO ELETRÔNICO, ENTÃO O QUE FARÁ?

Você se achará rapidamente em dificuldade financeiras com suas opções de pagamento. Você também pagará pesadas taxas por usar cheques até que sejam eliminados os cheques. Você será pressionado e será coagido para ter todos seus pagamentos de conta e salários administrados automaticamente e eletronicamente. Seu Banco, em sua casa, no seu PC e através do telefone será o necessário . Os caixas e suas filiais de banco serão substituídos por Banco 24 horas. Grandes somas de dinheiro vivo serão próximo do impossível de se obter. Dinheiro vivo será cancelado e o smartcard será obrigatório. Você achará então que não pode pagar suas contas ou comprar mantimentos. Ouro trocado por moedas de prata serão ilegais sem um fornecedor licenciado. Os Grandes Bancos farão fusões com um Banco Central. O que deveríamos fazer, então?

O Cristo nos disse para que tivéssemos esperança e não entrássemos em desespero, porque Ele estaria voltando logo e destruirá este sistema anticristão e todos aqueles que tiverem o biochip implantado nos seus corpos, estes sofrerão chagas maligna na sua segunda vinda a Terra (Apocalipse 14:9 a 11). Ele nos disse para que evoluíssemos na compreensão do seu reino até a sua segunda vinda. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o senhor pôs sobre os seus serviçais, para o tempo dar-lhes o sustento?

"Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo." (Mt 24:45-46).



A tecnologia esta andando a passos muito largos, em breve estaremos cobertos de chips sem sequer termos conhecimento do fato, tamanha a miniaturização dos mesmos. Fica cada vez mais evidente que quanto mais rápido aprendermos a viver fora dos grandes centros, irmos para pequenas cidades do interior, vivendo com simplicidade e longe de parafernália tecnológica, nos dará um pouco mais de tempo e tranqüilidade para encararmos o mundo que vem sendo preparado onde o controle total de nossas vidas será uma questão de tempo.  (Ter conhecimento é ter consciência, é ter LUZ, ignorância em contrapartida é trevas.)

 Em tempo: Este microchip (´na última foto, menor que a espessura de um fio de cabelo) sera utilizado no próximo processo de vacinação em massa contra a gripe H1N1 (suína) na China, Europa, Estados Unidos, Canada. 
 Numeração eletrônica de Produtos e Documentos  usando o "chip" μ (ou mu-chip), Apoiado por um banco de dados em rede amplia negócios e novas aplicações que facilitam a Vida de fabrico inovadoras, distribuição, consumo, monitoramento e operações de reciclagem. 


Conceito
O RFID, circuito de semicondutores sem fio integrado, que armazena um número de identificação em sua memória, foi proposto cerca de uma década atrás, como uma alternativa ao código de barras. Seu uso, no entanto, tem sido até agora limitado a poucas aplicações onde as suas vantagens compensarão o seu custo relativamente elevado.
Hitachi-Chip aus dem Jahr 2003!

Martin Lauchenauer 2009-09-02 21:59:45
* Tamanho comparado a um grão de arroz
O μ-chip da Hitachi é a resposta para resolver alguns dos problemas associados com a tecnologia RFID convencional. O μ-chip usa a frequência de 2.45GHz. Tem uma ROM 128-bit para armazenar o ID sem escrever, ler e não tem capacidades anti-colisão. Seus números de identificação exclusivos podem ser usados para identificar individualmente trilhões de trilhões de objetos sem duplicação. Além disso, com um tamanho de 0,4 milímetros quadrados, o μ-chip é pequeno o suficiente para ser anexado a uma variedade de objetos minimos, incluindo a incorporação no papel.
Sistemas de manufatura, distribuição e monitoramento pode ser construídos ou reforçados através da μ-chip com um eventual drive de acúmulo , e acesso sob demanda a informações armazenadas em um banco de dados através de rede. Ao unir esta base de dados com a versatilidade do μ-chip de novos negócios e aplicativos de estilos de vida pode agora ser trazido à realidade. Estas novas aplicações permitem fabricação, comércio e processos de reciclagem para ser operado de uma forma que não foi possível antes.
* Tamanho comparado com um dedo humano
 RFID cada vez menores. Em 13 de fevereiro, a Hitachi apresentou um minúsculo, pó "novo" tipo de chip RFID medindo 0,05 x 0,05 milímetros - o menor ainda -- que pretendem começar a comercializar em 2 a 3 anos (Dados de 2007 !!!).

Ao confiar na tecnologia de miniaturização de semicondutores e utilizando feixes de elétrons para gravar dados no chip substratos, Hitachi foi capaz de criar chips RFID 64 vezes menor do que o seu atualmente disponível 0,4 mm x 0,4 mu-chips. Como mu-chips, que têm sido usados como uma medida anti-falsificação de bilhetes de entrada, os novos chips têm uma ROM 128-bit para armazenar um número exclusivo de 38 dígitos ID.

Os novos chips também são 9 vezes menor do que os chips Hitachi protótipo apresentado no ano passado, que medem 0,15 x 0,15 mm.

Em 5 mícrons de espessura, os chips RFID pode ser mais facilmente incorporados em folhas de papel, o que significa que pode ser usado em papel-moeda, vales-presente e identificação. Mas, desde tags existentes já são pequenos o suficiente para incorporar no papel, ele leva a querer saber o que os desenvolvedores de novas aplicações têm em mente.


domingo, 27 de maio de 2012

[Queremos ser uma Igreja Marcada Pela Fidelidade]

Leia o Texto de Apocalipse 2:8-11

É possível ser fiel na hora da dificuldade? O sofrimento revela quem é fiel e quem é conveniente. Aqui vemos uma igreja sofredora, perseguida, pobre, caluniada, aprisionada, enfrentando a própria morte, mas uma igreja que nos ensina a ser fiel na hora da tribulação.

1º Ter uma visão correta da vida. A Igreja em Smirna estava atravessando um momento de prova e o futuro imediato era ainda mais sombrio. Há três coisas sobre a realidade daquela igreja que chamam a atenção: Tribulação, pobreza e difamação. Muitos pensam que a conversão nos garante a isenção contra o sofrimento. Você já passou por alguma circunstancia que foi importante para você ter uma visão correta da vida?

2º Valorizar o mais importante. À vista de Deus há tantos pobres homens ricos como ricos homens pobres. É melhor ser como a igreja de Esmirna, pobre materialmente, mas rica espiritualmente. O mundo vê a aparência, Deus o interior. Você passou por uma situação aonde tenha valorizado muito uma coisa e depois viu que em relação ao valores de Deus você estava cometendo um equívoco? Você tomou alguma decisão em relação a isso?

3º Estar pronto para viver e morrer por Jesus. Somos chamados a sermos fiéis até as últimas conseqüências, mesmo num contexto de hostilidade e perseguição. O bispo da igreja de Smirna, Policarpo, discípulo de João, foi martirizado no dia 25/02/155 d.C. Ele foi apanhado, arrastado para a arena. Tentaram intimidá-lo com as feras. Ameaçaram-no com o fogo. Ele respondeu. : “Eu o sirvo há 86 anos e ele sempre me fez bem. Como posso blasfemar contra o meu Salvador e Senhor, que me salvou?” Honrar o nome de Cristão é um grande desafio. Em sua opinião o que é mais fácil viver ou morrer por Jesus? Se sua vida corresse algum tipo de risco você permaneceria fiel ao Senhor?

4º A nossa vida está nas mãos do Pai. Jesus conhece quem somos e tudo que acontece conosco, Jesus usa o sofrimento para o nosso crescimento, Jesus conhece o nosso limite e não nos abandona nos dando forças. Você já passou por uma situação em que precisou confiar que toda sua vida estava nas mãos do Pai? Você poderia compartilhar conosco?

Conclusão: Queremos ser uma Igreja onde as pessoas tenham a fidelidade a Jesus como um valor independente das circunstancias.

Forte Abraço e Deus nos Proteja sempre!!!
Elizeu França

segunda-feira, 23 de abril de 2012

"Deus frequentemente envolve seus tesouros em embalagens de estopa"


Bom dia na Paz do no Senhor Jesus Cristo,

"Deus frequentemente envolve seus tesouros em embalagens de estopa"

O autor Mike Murdock, com certeza, como sempre inspirado por Deus ao escrever esta frase nos revela o cuidado que devemos ter ao lidar com todas as pessoas e nunca menosprezar a ninguém, afinal se o próprio JESUS lavou os pés dos seus discípulos, podemos querer maior exemplo?

Deus lhe conceda sabedoria!!!
Elizeu França

terça-feira, 27 de março de 2012

6ª Característica do líder que Deus usa: Servilismo

Elisabeth Elliot, cujo marido foi assassinado por índios aucas no Equador em 1956, escreveu: "Creio que a Igreja será mais eficiente para levantar líderes, quando nós começarmos a exemplificar a serventia [...]

As pessoas, muitas vezes, estão fazendo coisas normais quando Deus as chama para fazer aquilo que se torna grandes coisas. Jesus disse, 'Se você está pronto para ser o último, então, você será o primeiro. Se você está disposto para fazer coisas pequenas, então, encarregarei você de muitas coisas'.

É um dos paradoxos bíblicos onde o princípio da Cruz entra em operação ¬você ganha, perdendo; e torna-se maior, tornando-se menor. Quando nós, como Igreja, evitamos a Cruz, estamos nos privando da possibilidade da verdadeira liderança espiritual. E, esse é o tipo de liderança que precisamos hoje, mais do que nunca".

Precisamos lembrar que a busca de homens para liberar os apóstolos da responsabilidade de administrar o fundo de distribuição de recursos às viúvas na igreja em Jerusalém direcionou homens para "servirem às me¬sas" (diakonein, At 6.2). Um termo que Paulo usa constantemente para descrever sua própria função é "diácono" (servo).

O professor E. E. Ellis do Seminário Sudoeste em Forth Worth, no Texas, depois de um estudo minucioso das funções dos obreiros no Novo Testamento, fez o seguinte comentário: "Quando as designações atribuídas aos companheiros de Paulo são verificadas, fica clara a ausência de certos termos, não somente daqueles que mais tarde se tornaram tradicionais para os líderes na Igreja, mas também, os termos que identificam os dons e carismas espirituais especificados por Paulo.


Em suas cartas, nenhum de seus companheiros é chamado de profeta, professor ou pastor, muito menos, ancião ou bispo. As designações mais usadas são, em ordem de freqüência decrescente, sunergos ("cooperador"), adelphos ("irmão"), diakonos ("servo") e apostolos ("apóstolo").

Paulo usa diakonos em próxima relação à "obreiro" (ergates) e "ministros" (cf. 1Co 3.5, 9; 2Co 6.1, 4; 1Co 16.15-16). Os obreiros e os ministros são aqueles que têm se dedicado ao serviço dos santos. Os dons de apostolado, profecia, evangelista e pastor-mestre em Efésios 4.11 são distribuídos para a promoção e o treinamento de cristãos para o trabalho do ministério (ergon diakonias, v.12).

Isso significa que nenhuma função na Igreja, sendo ela exaltada, deve ser exerci da sem um "espírito de serventia". Paulo usa o termo hupereta ("servo", etimologicamente, "remador de baixo", em um navio a remo, 1Co 4.1), para enfatizar essa atitude humilde.

Jesus reagiu à ambição da autopromoção dos discípulos com um ensino específico sobre servilismo. Um pouco antes de celebrar a última ceia, Jesus notou que estavam contendendo entre si sobre qual deles parecia ser o maior (Lc 22.24). Jesus contrastou seu conceito de liderança com o quadro político da sua época: "reis" locais exerciam sua autoridade tirânica sobre as pessoas e chamavam-se "benfeitores". Os líderes cristãos necessitam ser "servos"(diakonon, Lc 22.26; Mc 10.42-44).

Qual foi a intenção de Jesus ao rejeitar a mentalidade da liderança de sua época? Primeiro, ele não estava rejeitando o uso do poder. Gardner demonstra que o poder não é para ser confundido com o status e o prestígio. O poder é a capacidade de garantir o resultado que um líder deseja realizar, e prevenir aqueles resultados que ele deseja evitar. "O poder [...] é, simplesmente, a capacidade de trazer à superfície certas conseqüências almejadas no comportamento de outras pessoas".

O poder é um ingrediente necessário à liderança. Todo líder necessita um certo grau de poder. Enquanto uma pessoa está subindo as escadas da autoridade estruturada de uma organização, espera-se um aumento em seu direito de usar o poder. O que determina a grandeza de um líder não é quanto poder ele tem, mas o quão eficiente ele é em usufrui-lo.

Um líder, que é servo, não busca poder para auto-enriquecimento, mas para a glória do seu Mestre. Um servo que serve bem não se preocupa com sua fama ou bem-estar, conquanto, possa realizar os desejos do seu Senhor. John Gardner estava certo quando observou que "poder reside em algum lugar", a menos que a organização esteja afundando presa no oceano da inércia e da total incompetência, como o Titanic na noite fatal de abril de 1912.

Jesus falou de si mesmo: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir (diakonein), e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mc 10.45). Servilismo para Jesus não significou renúncia de poder.

Seu ministério irradiou poder, curas, exorcismos, ensino e desafios à religiosidade hipócrita. Contudo, Jesus renunciou ao uso de poder para seu próprio conforto, fama ou satisfação. "Ele exercitou poder de forma apropriada e para fins apropriados. Sua vida proporciona o exemplo positivo sobre como o poder pode e deve ser usado".

A mãe de Tiago e João esperava por posições maiores de liderança para seus filhos no reino que Jesus planejava inaugurar. Não somente os filhos de Zebedeu creram que o poder e a felicidade fossem sinônimos, mas também, os outros dez discípulos tornaram-se ressentidos quando eles perceberam que as duas maiores posições na organização tinham sido solicitadas.

Eles também estavam tão animados quanto Tiago e João para alcançar a autoridade e o poder no Reino. Jesus, porém, comparou o conceito mundano de "grandeza" a sua própria definição. "O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mt 20.28).

Jesus, embora Senhor de todos, exemplificou o servilismo de várias formas. Ele colocou de lado sua própria vontade para fazer a vontade do Pai. No jardim do Getsêmani, ele colocou de lado a tentação de insistir na sua própria preferência para dar lugar a vontade do Pai (Mt 26.42).

Ele rejeitou o trono (Jo 6.14,15), mas permitiu que seus atormentadores coroassem-no com espinhos. Ele admitiu que, de fato, era o Messias (Mc 14.61,62), o Rei preanunciado de Deus, mas não reagiu com ira e condenação contra aqueles que escarneceram dele, cuspiram nele e bateram na sua cabeça com um caniço (Mc 15.19, 20).

Embora todas as coisas tinham sido dadas por Deus em suas mãos (Jo 13.3), ele resolutamente escolheu não usar aquele poder para seu próprio benefício. Embora ele tivesse pouco lazer e descanso, ele teve tempo para segurar bebês em seus braços e abençoar as criancinhas. Embora uma multidão enorme lhe tivesse empurrado e apertado, procurando ajuda de todo o tipo, ele teve tempo para um pequeno e desprezado coleto r de impostos pendurado em uma árvore (Lc 19.1-10).

Os pedidores de esmola, os leprosos e as mulheres receberam sua atenção e ajuda, mesmo quando os discípulos tentavam protegê-lo da exigência deles. Ele não se importou com a fama e o poder, que motivavam as pessoas comuns, mas estava totalmente preocupado com a glória do Pai.

A servilidade, para Jesus, demonstra-se na sua preocupação por outras pessoas e suas necessidades, especialmente, daqueles que eram desprezados e rejeitados pela própria sociedade. Ele não somente exigiu auto-negação dos seus discípulos, mas também, exemplificou-a em seu próprio viver.

Jesus tinha uma missão a cumprir, e não, deu importância alguma para os altos e poderosos líderes que procuraram o bem-estar de si mesmos. "O zelo da tua casa me consumirá" (Jo 2.17), direciona-nos para a base do desdém que Jesus sentiu pela ambição e pelo poder que busca o seu próprio interesse, em vez da glória de Deus.
A atitude servil é enraizada em motivos corretos.

Quando a glória de Deus é o supremo prazer do servo, ele não tem nenhuma necessidade de fingir que é santo, como os fariseus fizeram na época de Jesus (Mt 6.1-4). A hipocrisia é antitética a tudo que Jesus ensinava.

Essa é a razão que ele atacou contra a pretensão religiosa com denúncias tão contundentes (Mt 23). Jesus alertou os títulos importantes que os escribas e fariseus apreciavam tanto. Nem "mestre", nem "pai" e nem "líder" (kathegetes) são apropriados para a atitude servil que é essencial à liderança (Mt 23.8-10).

A atitude servil necessita crescer de uma avaliação correta das habilidades e da autoridade de uma pessoa. No mundo, autoridade é herdada através do nascimento nobre (como no caso de reis e todos aqueles que nascem em famílias com títulos e nobreza), da ambição e da realização. Porém, para Jesus, autoridade e poder são dons oferecidos por Deus para pessoas indignas. "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus [...]" (Jo 1.12), claramente afirma que o direito (exousian, "autoridade", veja Mt 28.18) dos príncipes da família de Deus, o Rei da glória, é distribuído liberalmente pelo Senhor Jesus. Quando Jesus contou a parábola dos talentos, que três servos (douloi, "escravos") deviam ter dado de um a cinco talentos cada (Mt 25.15), pode ter aparentado até irônico para a sua audiência.

O valor de um talento (c. 30 quilos de prata ou ouro) era muito mais do que um artesão poderia ganhar em sua vida inteira. Jesus procurava enfatizar que aqueles sem riquezas ou direitos estão sendo elevados (de alguma forma) ao status de reis. Todavia, eles permanecem servos, que precisam prestar contas ao seu Mestre (Mt 25.19-30). Embora cuidassem do dinheiro como se fosse deles mesmos, não podiam jamais esquecer que, na verdade, não o era.

A atitude servil pode ser melhor mantida em uma democracia do que numa autocracia ou ditadura. Em um governo democrático, o líder é uma pessoa que não herda autoridade, ou conquista-a pela força, mas ganha o privilégio de liderar. Os membros da organização estão convencidos de que o seu líder escolhido resolverá seus problemas mais eficazmente do que qualquer outro, senão, deixariam de apoiá-lo. Porém, se um líder tem uma ambição não bíblica por poder, e portanto, usa meios ilegítimos para consolidá-la em suas mãos, deverá ser lembrado do alerta do Senhor.

"Se aquele servo disser consigo mesmo: Meu senhor tarda em vir, e passar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber e a embriagar-se, virá o senhor daquele servo, em dia em que não o espera e em hora que não sabe, e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os infiéis" (Lc 12.4-46). De certa forma, Cheryl Forbes está certa: "Os cristãos precisam dizer 'não' ao poder, individualmente e corporativamente", porquanto ela entenda esse poder como algo ilegítimo e contrário ao espírito servil.

Richard Foster observou: "Aqueles que não prestam contas a ninguém são especialmente suscetíveis à influência corruptora do poder [...] Hoje, a maioria dos pregadores de mídia e evangelistas itinerantes sofrem [...] da mesma falta de prestação de contas que os profetas viajantes do século sexto sofreram".

É verdade que líderes cristãos são, no final das contas, prestadores de contas a Deus (1Co 4.5), mas uma avaliação justa de um companheiro de viagem da estrada celestial pode ser um excelente lembrete de que a atitude de um servo necessita ser mantida por toda a vida.
Alguns líderes facilmente caem no erro que os convence de que servir seus seguidores será interpretado como fraqueza. Porém, os líderes que servem são mais eficientes do que os autocratas.

A Bíblia claramente demonstra as conseqüências de se fazer escolhas que transmitam poder desp6tico. Roboão perdeu a maior parte do seu reino por seguir conselhos de jovens que aconselharam-no dizendo que ele deveria reinar com um "dedo mínimo mais grosso do que os lombos de meu pai" e forçar-lhes a carregar um jugo mais pesado daquele que Saio mão impusera (1Rs 12.10,11). Os anciãos estavam certos: "Se, hoje, te tornares servo deste povo, e o servires, e, atendendo, falares boas palavras, eles se farão teus servos para sempre" (v.7).

Próxima postagem...
Deus lhe abençoe!!!

Conclusão.

terça-feira, 6 de março de 2012

5ª Característica do líder que Deus usa: Amor
Existe alguma qualidade de que um líder careça mais do que o amor? A civilização ocidental se deteriora rapidamente devido ao egoísmo que penetra nossa cultura atual. O "fazer algo de forma correta” tomou o lugar do "fazer o bem".

Essa é a nova prioridade do nossos dias, colocando o amor em segundo plano. O controle de qualidade se tornou mais importante do que o sacrifício em favor de outras pessoas. O "salvar a vida” por meio da "perda dela” por Cristo e pelos necessitados não é mais algo popular, atualmente, embora seja o ponto central daquilo que Jesus exige de seus seguidores (Lc 9.23-24).

O amor é mais importante no Novo Testamento do que os dons espirituais ou o conhecimento (1Co 13; 8.1). Uma liderança sem amor é como um corpo sem o coração. Morta e sem sentido, ela promove vaidade, em vez de maturidade cristã.
Paulo escreve para os Coríntios que o amor de Cristo nos constrange (2Co 5.14).

Significa que qualquer pessoa que sente intimamente o amor que Cristo tem por ela, desejará segui-Io, e servi-Io. O custo do sofrimento e do esforço não é importante. A mesma verdade é válida para relacionamentos entre líderes e seguidores. A lealdade estabelece as raízes firmes nos corações daqueles que sentem que seus líderes verdadeiramente os amam.

É por isso que Jesus fez o contraste entre o mercenário e o pastor, em João 10. O mercenário não é o dono das ovelhas, nem se preocupa com o que acontece com elas. Quando o lobo aparece, ele foge. Não sente nenhuma necessidade de arriscar sua vida pelo bem-estar e proteção das ovelhas (vv.12,13). O amor do pastor, ao contrário, é tão íntimo e sacrifical que ele dá a sua vida pelas ovelhas (v. 11).

Amor (agape) de caráter bíblico, não procura os seus próprios interesses, mas o bem-estar de um irmão ou do próximo. Como o bom samaritano (Lc 10), ele se alegra em dar de seu tempo, transporte e dinheiro para ajudar uma vítima de um assalto. A palavra "benigno" (1Co 13.4) descreve essa qualidade. O líder que se identifica com o sofrimento de um seguidor ganhará a sua lealdade. O amor é a qualidade que aproxima o líder do grupo. Quando membros de uma igreja sentem que seu o pastor os ama, o cinismo desaparece e a inveja evapora.

Porque será que líderes políticos, na maioria das vezes, estão muito baixo na escala de apreciação daqueles que votaram neles? A razão princi¬pal é que os eleitores julgam pelas ações e atitudes que seus líderes têm, de não ter por eles maior amor do que um leão faminto tem por um veado. Amor hipócrita não é convincente, mas contra-produtivo.

Os dez princípios, apresentados por Ted Engstrom, que seguem abaixo, ajudarão o líder a fazer do amor algo prático.
1. "Precisamos tomar a decisão de desenvolver amizades em que não exigimos nada em troca”. Essa é a base para o amor bíblico, incondicional e não manipulador.
2. "Deve haver um esforço consciente para nutrirmos um interesse autêntico por outras pessoas". Esse interesse deve procurar o benefício dos outros e não os nossos próprios interesses.
3. "Cada um de nós é uma criatura ímpar. Conseqüentemente, levaremos tempo, e muitas vezes um longo tempo, para conhecermos uns aos outros". Tempo expressa amor de modo prático.
4. "Comprometa-se a aprender como ouvir". Ouvir atentamente é difícil, especialmente quando a pessoa falando é monótona, mas isso expressa amor genuíno.
5. "Simplesmente, esteja presente, quer você saiba exatamente o que fazer ou não". Investir tempo em pessoas demonstrará o seu cuidado. Cuidar é amar.

6. "Sempre trate as pessoas de igual para igual". Ser um líder não faz de alguém melhor do que outros, nem mais valioso, aos olhos de Deus.
7. "Seja generoso com elogios legítimos e encorajamento". É impossível demonstrar amor através de criticismo amargo e depreciação dos outros. Os elogios carregam a mensagem oposta.
8. "Faça de seus amigos prioridade, preferindo-os antes de si mesmo". O amor não pode ser praticado sem demonstrar o valor de seus amigos a outros. Considerar cada um superior a si mesmo é uma ordem do Senhor (Fp 2.3).
9. ''Aprenda amar a Deus com todo o seu coração, alma, mente, e força. Depois ame seu próximo como a si mesmo". O Senhor deixou claro que amar ao próximo está ligado com amar a Deus.
10. "Enfatize as qualidades e virtudes dos outros, não, seus pecados e fraquezas". Pecadores, somos todos; então, é importante que um líder não dê a impressão de que ele é perfeito, sem pecados, e seus seguidores são estúpidos e ruins.


6ª Característica do líder que Deus usa: Servilismo
Próxima postagem...
Deus lhe abençoe!!!